sábado, 16 de abril de 2011

Os Campos da Tecnologia

Por: Lorraine Fogaça

Ambos os textos tratam do mesmo tema, a tecnologia e suas possíveis utilizações. Mas o que se pode perceber é que Saéz aborda o tema de uma maneira mais ampla quando fala da questão de como o individuo vê a tecnologia. Assim este pode ter tecnofobia ou tecnofilia, ou seja, ou ele adora a tecnologia ou a odeia. Pode ter a visão descontextualizada, uma visão mais superficial da tecnologia e/ou a visão instrumental, onde ela é vista simplesmente pelo seu lado produtivo, financeiro. Além de discutir a presença da tecnologia nas esferas política, econômica e cultural.

Moran, aborda a questão da tecnologia na educação. Assim ele apresenta quatro espaços de ensino e aprendizagem, a nova sala de aula, o laboratório conectado, o ambiente virtual (ensino a distância) e os ambientes experimentais e profissionais (prática/teoria/prática). Assim como o papel que o educador/professor deve exercer em cada ambiente, como ele se utilizará da tecnologia em cada um dos espaços e, principalmente, que este deve se capacitar para trabalhar com as novas tecnologias. Ou seja, o professor deve utilizar-se da tecnologia não apenas como ferramentas auxiliares, pois a internet permite que os campos de pesquisa sejam ampliados, assim como a comunicação entre os pesquisadores (alunos e professores).

terça-feira, 12 de abril de 2011

Tecnologia e construção do conhecimento na sala de aula

Por: Juscelino Neto

Os autores espanhóis – Vitor Marí Saéz e José Manoel Moran, este último naturalizado brasileiro, discutem a questão da tecnologia e a sua devida utilização. Enquanto Saéz não limita a temática num simples raio de ação, levando a tecnologia aos campos da política, cultura e economia, Moran indaga os professores sobre a necessidade de estarem atentos às novas tecnologias e como utilizar os recursos facilmente encontrados nos meios informacionais.
Segundo Saéz, a visão dos usuários ou mesmo dos analfabetos digitais deve estar direcionada a algo maior, deixando de lado a ingenuidade tecnológica, bem como ter domínio dos meios digitais. Em contrapartida, Moran descreve os quatro pontos essenciais para uma nova sala de aula. Auxiliados pela tecnologia, com acesso fácil à rede, tendo laboratórios à disposição, estes conectados com o mundo das informações e com o professor bem instruído, trabalhando em conjunto com os discentes, o conhecimento, outrora desorganizado, é filtrado e a aprendizagem passa a ser mais efetiva.